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domingo, 31 de julho de 2011

Look do dia: T-shirt black e oxford!!!

Meninas comprei um oxford lindo, já usei muito e sempre esquecia de postar o look aqui pra vocês, mas ta valendo ele agora né?!

Usei com uma t-shirt preta que adoro, uma calça skinny com a barra dobrada pra dar um "tchan" no todo!!! Vejam!


(Sentiram falta da Lara nas fotos né, mas olha ela la trás!!!)

E ai meninas gostaram do oxford no meu outfit???

Gosto do oxford pelo conforto e por manter meus pés quentinhos!

Bjins

sábado, 30 de julho de 2011

E POR FALAR EM LADRÃO DE GALINHAS...

(Foto: Reprodução.)

"Pegaram o cara em flagrante roubando galinhas de um galinheiro e
levaram para a delegacia.
- Que vida mansa, heim, vagabundo ? Roubando galinha para ter o que
comer sem precisar trabalhar. Vai para cadeia!
- Não era para mim não. Era para vender.
- Pior. Venda de artigo roubado. Concorrência desleal com o comércio
estabelecido. Sem-vergonha!
- Mas eu vendia mais caro.
- Mais caro?
- Espalhei o boato que as galinhas do galinheiro eram bichadas e as
minhas não. E que as do galinheiro botavam ovos brancos enquanto as
minhas botavam ovos marrons.
- Mas eram as mesmas galinhas, safado.
- Os ovos das minhas eu pintava.
- Que grande pilantra...
Mas já havia um certo respeito no tom do delegado.
- Ainda bem que tu vai preso. Se o dono do galinheiro te pega...
- Já me pegou. Fiz um acerto com ele. Me comprometi a não espalhar mais
boato sobre as galinhas dele, e ele se comprometeu a aumentar os preços
dos produtos dele para ficarem iguais aos meus. Convidamos outros donos
de galinheiro a entrar no nosso esquema. Formamos um oligopólio.
Ou, no caso, um ovigopólio.
- E o que você faz com o lucro do seu negócio?
- Especulo com dólar. Invisto alguma coisa no tráfico de drogas. Comprei
alguns deputados. Dois ou três ministros. Consegui exclusividade no
suprimento de galinhas e ovos para programas de alimentação do governo e
superfaturo os preços.
O delegado mandou pedir um cafezinho para o preso e perguntou se a
cadeira estava confortável, se ele não queria uma almofada. Depois
perguntou:
- Doutor, não me leve a mal, mas com tudo isso, o senhor não está
milionário?
- Trilionário. Sem contar o que eu sonego de Imposto de Renda e o que
tenho depositado ilegalmente no exterior.
- E, com tudo isso, o senhor continua roubando galinhas?
- Às vezes. Sabe como é.
- Não sei não, excelência. Me explique.
- É que, em todas essas minhas atividades, eu sinto falta de uma coisa.
Do risco, entende? Daquela sensação de perigo, de estar fazendo uma
coisa proibida, da iminência do castigo. Só roubando galinhas eu me
sinto realmente um ladrão, e isso é excitante. Como agora. Fui preso,
finalmente. Vou para a cadeia. É uma experiência nova.
- O que e isso, excelência? O senhor não vai ser preso não.
- Mas fui pego em flagrante pulando a cerca do galinheiro!
- Sim. Mas primário, e com esses antecedentes...

Luís Fernando Veríssimo

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Fashions Images: Ankle Boots!



Meninas essa postagem é um pedido especial da Geisy, que trabalha comigo e simplesmente ama Ankle Boots, estilosa como só ela, me pediu looks para se inspirar a e usar essa calçado tão fashion e democrático, afinal Ankle Boot serve pra todo mundo com uma variação de looks imensa!!!

Ankle do bom inglês é " tornozelo " e Boot " bota " uma ankle boot é toda e qualquer bota que tem o cano ate o tornozelo, temos rasteiras, de salto fino, grosso, cone, Anabela, a aberta nos dedinhos é a Open Boot e a para usar no verão que e aquela sandália pesada, abotinada é chamada de Summer Boot, depois faço um post mostrando cada uma, aqui vou parar de blá blá blá e vamos direto aos looks!






(Fotos: Reprodução.)

Eu particularmente amo ankle boots, sei que vocês como boas fashionistas também... Essa foi especialmente para você Geisy!!!

Bjins e bom FDS!

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Mitologia Grega: ALCESTE E ADMETO

(Foto: Reprodução.)

Admeto, rei da Tessália, conseguira o que parecia impossível: a mão da bela Alceste, filha de Pélias. Após se apresentar diante dela num carro puxado por leões e javalis, extravagante condição imposta por Pélias para ceder a mão da filha, Admeto tornara-se o mais feliz dos homens.
Estava, agora, casado com uma linda mulher, vivia num belo palácio e tinha adoráveis filhos.
Um dia, porém, as coisas mudaram. Admeto adoeceu repentinamente.
Uma doença que médico algum soube diagnosticar o lançou ao leito, de tal modo que ninguém esperava vê-lo erguer-se outra vez. Admeto estava entre a vida e a morte quando viu entrar pela porta, num dia chuvoso, as três Moiras, as deusas da morte, que comandam o destino dos homens.
— O que querem aqui? — perguntou, pressentindo algo ruim.
— Você — respondeu uma delas.
Admeto, assustado, cobriu a cabeça com o lençol.
— Por que querem me levar tão cedo? — indagou o doente, com a voz estrangulada pelo medo.
— Vejam, sou moço, meus filhos são pequenos, e tenho ainda um reino inteiro para herdar.
Súplicas e lágrimas, porém, jamais comoveram as três soturnas mensageiras da Morte. Átropos, uma das Moiras, puxou do seio o novelo que marcava os dias de vida que ainda restavam para Admeto. Havia nele somente um restinho de fio.
— Eis o pequeno fio de vida que ainda lhe resta, disse a Moira, empunhando já a sua enorme tesoura, pronta para cortá-lo.
Admeto, aterrado, reuniu suas últimas forças e lançou-se de joelhos diante das três irmãs fatais
— Por favor, por tudo o que é mais sagrado, deixem-me continuar a viver.
Apolo, o deus predileto de Admeto, assistia à dor de seu devoto e decidiu interceder a seu favor diante das implacáveis irmãs, conseguindo que elas desistissem de seu objetivo mediante um compromisso.
— Alegre-se, Admeto, pois você não morrerá mais! disse-lhe Apolo.
O pobre moribundo, ao receber a notícia, quase morreu outra vez, só que de alegria.
— No entanto, Admeto, há uma condição para que você retorne ao convívio dos vivos... Disse-lhe Apolo, com ar sério.
— Sim, claro! Disse Admeto, pulando da cama e tornando a vestir suas roupas, enquanto assobiava uma alegre melodia.
— Alguém terá de morrer em seu lugar.
— Como?
— É exatamente o que você acabou de escutar. Escolha alguém para morrer em seu lugar.
"Sim, muito justo." Alguém morreria em seu lugar, pensou Admeto.
Não seria, afinal, coisa muito difícil encontrar alguém que se dispusesse a tomar o seu lugar na barca de Caronte.
Para que serviria, então, a sua imensa legião de escravos e aduladores?
— Você tem uma semana para arrumar um substituto, Disse o deus e se retirou em seguida.
Admeto, decidido a resolver logo aquela importantíssima questão, envolveu-se no seu manto impermeável e ganhou a rua, disposto a arranjar logo o tal substituto para a indesejável viagem.
Foi direto à casa de seu melhor amigo, a quem favorecera desde garoto. Graças a isto, ele era hoje um dos personagens mais importantes da corte.
— Meu querido! Disse o amigo, ao ver chegar Admeto, todo molhado da chuva.
— Venha, sente-se ao pé da lareira completou, estendendo-lhe um copo de vinho.
— Preciso muito de um favor seu, foi logo dizendo Admeto.
— Um favor?
— Sim, preciso que você morra em meu lugar, disse Admeto, em sua ingênua confiança.
— Morrer? Exclamou o amigo, assombrado.
Admeto explicou-lhe, então, em breves palavras, a sua situação. Enquanto o fazia, o amigo engendrava em seu cérebro um modo de se esquivar.
Quando Admeto concluiu, ele já tinha a sua desculpa pronta.
— Infelizmente, meu querido amigo, já tenho uma outra viagem programada há mais tempo.
Depois, pretextando um compromisso, pôs Admeto para fora de sua casa.
Admeto estava perplexo.
Procurou, então, outro amigo e obteve a mesma resposta, sob outras palavras.
Percorreu a cidade inteira, durante todo o dia, sempre debaixo de chuva, sem receber outra resposta.
Até que retornou à noite para casa com uma pneumonia que quase o desobrigou de encontrar um substituto. A solução, pensou Admeto, só poderia estar dentro de sua própria casa. Decidiu enfileirar diante de si todos os criados.
— Preciso que um de vocês morra por mim, disse Admeto, com um ar solene.
— Um só, porém, será o suficiente, completou, certo de que todos se lançariam a seus pés, felizes em poder provar a sua lealdade.
No entanto, não só nenhum deles deu um passo adiante, como recuaram todos até a parede, como se Admeto houvesse encostado em seus peitos uma espada afiada.
Faltavam apenas dois dias para que o prazo se esgotasse quando as Moiras retornaram.
— Já arrumou alguém para o seu lugar?  Perguntou uma delas.
— Não, ainda não — confessou Admeto, de olhos baixos.
— Caronte atrasou a saída de sua barca apenas por sua causa e está louco para descarregar nas suas costas o seu pesado remo, disse outra moira, raivosa.
— Não se preocupem, disse Admeto, assustado.
— Arrumarei logo um substituto.
— Depois de amanhã a Morte virá buscá-lo, disse a última, retirando-se.
Admeto, em pânico, decidiu recorrer a seus pais.
Qual pai não daria a vida pelo seu próprio filho? Afinal, estavam velhos e já haviam vivido o bastante, enquanto ele, jovem, tinha ainda uma vida inteira pela frente. Mandou chamá-los. Os dois velhos surgiram no palácio, apoiados em suas bengalas.
Nunca freqüentavam o palácio, porque o velho tinha pavor das correntes de ar que sopravam pelos corredores.
— Hein, meu filho?  Disse o velho, completamente surdo às razões do filho.
— Morrer, papai... Morrer em meu lugar, que tal?
— esganiçava-se Admeto.
— Adeus, tem muito vento por aqui disse o velho, retirando-se, aos trambolhões.
A mãe, completamente senil, não entendeu uma palavra do que ele disse.
— Meu Deus, e agora? Exclamou Admeto, no último grau de desespero. Seu pranto, no entanto, chamou a atenção de Alceste, sua dedicada esposa.
— Admeto querido, tenho notado que você anda perturbado, desde a sua doença, disse ela.
— O que houve, ela voltou?
Admeto, que havia até então ocultado da esposa o terrível dilema, revelou-lhe toda a verdade.
— Como, meu amor? Disse a infeliz esposa.
— Irei perdê-lo amanhã?
— Sim, Alceste querida, o prazo fatal já se esgota! Amanhã, sem falta, o gênio da Morte virá me buscar. Depois de ficar abatida por um longo tempo, Alceste ergueu a cabeça e declarou.
— Morrerei, então, em seu lugar.
— Não, querida Alceste, isto não posso aceitar.
— Sim, tomarei seu lugar, pois não saberia viver sem você. Alceste decretara a sua própria morte, no mesmo instante, foi tomada por uma vertigem, caindo desacordada ao solo. Recolhida ao leito, seu estado somente piorou.
No dia seguinte, a casa preparava-se já para o luto. Admeto, inconsolável, berrava pelos corredores do palácio.
— Desgraçado de mim! Por causa de minha covardia perderei a coisa mais cara de minha vida.
De repente, porém, alguém bateu à porta. Era ninguém menos do que Hércules, o herói e semideus, que estava de passagem, preparando-se para realizar os seus famosos doze trabalhos.
— Desculpe incomodá-lo, meu jovem, mas preciso descansar um pouco,disse Hércules, de modo jovial. Admeto, apesar da ocasião não ser a mais propícia a visitas, recebeu-o com toda a hospitalidade.
Hércules foi, assim, admitido à mesa, embora seu anfitrião pedisse desculpas por não poder lhe fazer companhia.
Admeto não quis revelar o verdadeiro motivo para não aborrecer o visitante com as suas dores. Deu ordens, também, para que não deixassem que ele percebesse o luto que reinava na casa. Instalado à mesa, Hércules comeu à vontade, enquanto bebia de uma grande jarra depositada à sua frente, aos poucos o herói foi se alegrando e começou a entoar algumas animadas canções de taverna.
Admeto, apesar da inconveniência involuntária do visitante, não interferiu em suas expansões.
Mas um criado da casa decidiu alertar o hóspede, por conta própria.
— Perdão, senhor, mas há luto na casa disse o escravo, num tom baixo e receoso.
Hércules, corando de vergonha, silenciou.
Chamou, então, Admeto, para saber o que se passava. Após tomar conhecimento dos fatos, ergueu-se da mesa. com decisão, e disse:
— Pois amanhã, quando a Morte vier, a estarei esperando.
Admeto, enchendo-se de esperanças, ainda tentou demover o herói:
— Não sei, Hércules... é a Morte, e dela ninguém escapa.
— De qualquer modo, tentarei — disse o herói, que não tinha medo de nada.
Depois de visitar a enferma Alceste, Hércules foi postar-se à entrada do quarto. Ali passou a noite toda em vigília, envolto em uma pele e empunhando um porrete, enquanto lá dentro Alceste agonizava.
Com a primeira luz do dia surgiu finalmente a Morte, portando a sua tocha invertida, símbolo da escuridão do Tártaro. Hércules impediu-lhe, contudo, a passagem:
— Afaste-se! Alceste está sob a minha guarda.
— Vim buscá-la, mortal atrevido, conforme me ordenou Hades, o deus dos infernos
— disse a Morte, agitando as grandes asas negras.
Mas Hércules não arredou pé do lugar. Os dois, então, atracaram-se num duelo verdadeiramente mortal, enquanto Alceste, abraçada a Admeto, ouvia o tremendo fragor da luta que do outro lado da porta decidia o seu destino.
— Nada tema, Alceste! Disse Admeto, como se ele próprio estivesse lá fora, dando combate à morte.
— Se alguém tem medo nesta casa, é você, querido Admeto disse Alceste, censurando discretamente a covardia do esposo.
O castelo inteiro retumbava com os golpes que Hércules desferia com seu porrete sobre a sua inimiga, no corredor. Um longo tempo durou a disputa, até que a Morte, temendo pela própria vida, retirou-se, vencida. — Para mim chega. Vou procurar outro para levar no seu lugar disse, fugindo, com uma asa quebrada e o nariz sangrando.
E foi deste modo que Alceste, sadia, voltou para os braços do seu querido Admeto.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Historia do Mocassim!



Hoje vi na revista Estilo pela net a historia de um calçado super fashion e atemporal, alem de confortável e muito fofo, o Mocassim tem uma historia antiga e muito interessante, confirma...

Século 18:


Criado pelos nativos norte-americanos, o mocassim migrou para a Europa apenas em meados do século seguinte. Era uma opção confortável aos sapatos pequenos e apertados usados no Velho Continente.

1950:


Elvis Presley vira uma espécie de embaixador do modelo. Combinava-o com calça capri, camisa, tricô e topete, no melhor estilo da geração rockabilly, os rebeldes dos anos 1950.

1960:


O modelo da Gucci com fivela de metal é eleito a it-piece de 1966 pelo jornal Sunday Times. Grace Kelly era fã. No Brasil, Eva Wilma adotou a versão com salto.

 1980:


 Jackson transforma o duo meias brancas + mocassim em uma assinatura pessoal. Vinte anos depois, Christian Louboutin revisita a peça, adicionando tachas. Lourdes Maria, filha de Madonna, compra um par. 

2009:


Gwyneth Paltrow estrela, pela segunda vez, a campanha da italiana Tod´s. Para completar a manobra de rejuvenescimento da marca, no mesmo ano a grife lança versões coloridas de seus clássicos mocassins.

2011:

Mocassins altíssimos com misturas inusitadas de cores e texturas, surgem como a principal aposta dos fabricantes de sapatos. A novidade, proposta pelas grifes Prada e Balenciaga no inverno 2010 do Hemisfério Norte, veio de carona com o revival dos anos 1960 e 70 na moda.

Fonte: Revista Estilo
Fonte de imagens: Google.

Meninas gostaram da historia desse calcado tão fashion?

Eu amei e meu estilo pede os de salto!

Bjins

segunda-feira, 25 de julho de 2011

2 anos muito bem casada...



Hoje faz dois anos que me casei, dia corrido aquele mas inesquecível!!!

Busquei uma felicidade e não me arrependo por estar '' presa'' a esse homem que apesar de super chato rs, só me faz feliz, desejo a todos encontrar um amor lindo, sincero, fiel, companheiro, amigo, apaixonante e leal como eu... Obrigada por estar ao meu lado e me aguentar, (sou difícil para baralho!!!) apesar de odiar o quanto de amo, o fato é que te amo como nunca amei nem amarei ninguém!!!


Carta de Amor
 Jota Quest

Essa não é mais uma carta de amor
São pensamentos soltos
Traduzidos em palavras
Pra que você possa entender
O que eu também não entendo.
Amar não é ter que ter sempre certeza
É aceitar que ninguém é perfeito pra ninguém
É poder ser você mesmo e não precisar fingir
É tentar esquecer e não conseguir fugir(fugir).
Já pensei em te largar,
Já olhei tantas vezes pro lado
Mas quando penso em alguém,
É por você que fecho os olhos
Sei que nunca fui perfeito,
Mas por você eu posso ser
Até eu mesmo que você vai entender.
Posso brincar de descobrir desenho em nuvens
Posso contar meus pesadelos e até minhas coisas fúteis.
Posso tirar tua roupa,
Posso fazer o que eu quiser
Posso perder o juízo,mas com você eu to tranquilo(tranquilo)
Agora o que vamos fazer?
Eu também não sei.
Afinal, será que amar é mesmo tudo?!
Se isso não é amor, o que mais pode ser???
Tô aprendendo também.
Já pensei em te largar,
Já olhei tantas vezes pro lado
Mas quando penso em alguém,
É por você que fecho os olhos
Sei que nunca fui perfeito,
Mas por você eu posso ser
Até eu mesmo que você vai entender.
Posso brincar de descobrir desenho em nuvens
Posso contar meus pesadelos e até minhas coisas fúteis.
Posso tirar tua roupa,
Posso fazer o que eu quiser
Posso perder o juízo,mas com você eu to tranquilo(tranquilo)
Agora o que vamos fazer?
Eu também não sei.
Afinal, será que amar é mesmo tudo?!
Se isso não é amor, o que mais pode ser???
Tô aprendendo também.

Musicas sempre traduzem os nossos sentimentos, e essa é uma das muitas que me fazem pensar nele sempre!!!

Bjins

sábado, 23 de julho de 2011

Resenha: Sabonete Neutrogena para pele oleosa, aprovadíssimo!



Gente to usando esse sabonete há mais de um mês, e estou gostando demais do resultado!

Ele diminui bastante a oleosidade da minha pele, limpa bem sem ressecar e fazer o efeito rebote!

Já falei de muitos sabonetes para pele do rosto oleosa, mas esse foi meu eleito como o melhor de todos, falei esses dias da base Ideal Shade da Avon que gostei muito, e que usei com rosto lavado com o Neutrogena, acho que o uso dos dois que são indicados para pele oleosa tive uma grande melhora no meu rosto que esta com uma pele mais bonita, poros mais fechados e diminui bastante a oleosidade!

Então superindico esse produto superindicado rs!

Bjins

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Na minha Wish List: Bota over knees /Cuissardes!

Essa bota é aquela linda (Ousadaaa) que vai ate a coxa tipo uma meia 7/8!!!

Me tirou tanto o fôlego que só fica na minha *lista de desejo e aqui no blog... Quem sabe também nas minhas pernas rs!

(Fotos: Reprodução.)


Curtem meninas??? Eu quero a minha já!

Ótimo final de semana!!!

Bjins