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quarta-feira, 30 de março de 2011

Garras da semana: Psico da SweetRoCKnRoll!!!

Hi girls, hoje continuarem mostrando meu segundo esmalte Isabeli que comprei semana passada, esse roxinho lindo é o Psico, ele também é metálico como o Tattoo e muito lindo, todo mundo vinha que perguntar que esmalte era e onde comprei, efeito impactante.... Amei os dois, mas como já estou acostumada com roxos o grafite do Tattoo me deu maior impacto!!!



(Capacete do mano pra dar destaque...)


(Digno do maridão pra aquele ar sóbrio que amo!!!)

E ai meninas gostaram???? É metálico, ate discreto e lindo!!!

Bjins

terça-feira, 29 de março de 2011

O HOMEM QUE NÃO SE IRRITAVA

Descobri o quanto a ansiedade e nervosismo me fazem mal... Pensando nisso procurei um texto sobre o assunto e achei esse muito interessante para quem como eu tem que controlar ansiedade e nervosismo, li, aprendi e pretendo aplicar!!!


    Em uma cidade interiorana havia um homem que não se irritava e não discutia com ninguém.
    Sempre encontrava saída cordial, não feria a ninguém, nem se aborrecia com as pessoas.
    Morava em modesta pensão, onde era admirado e querido.
    Para testá-lo, um dia seus companheiros combinaram levá-lo à irritação e à discussão numa determinada noite em que o levariam a um jantar.
    Trataram todos os detalhes com a garçonete que seria a responsável por atender a mesa reservada para a ocasião. Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, que o homem gostava muito.
    A garçonete chegou próxima a ele, pela esquerda, e ele, prontamente, levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa.
    Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa.
    Ele esperou calmamente e em silêncio, que ela voltasse. Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na direção da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o.
    Após servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma, como quem havia concluído a tarefa e retornou à cozinha.
    Naquele momento não se ouvia qualquer ruído. Todos observavam discretamente, para ver sua reação.
    Educadamente ele chamou a garçonete, que se voltou, fingindo impaciência e lhe disse: o que o senhor deseja?
    Ao que ele respondeu, naturalmente: a senhora não me serviu a sopa.
    Novamente ela retrucou, para provocá-lo, desmentindo-o: servi, sim senhor!
    Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por alguns segundos...
    Todos pensaram que ele iria brigar... Suspense e silêncio total.
    Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranqüilamente: a senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais!
    Os amigos, frustrados por não conseguir fazê-lo discutir e se irritar com a moça, terminaram o jantar, convencidos de que nada mais faria com que aquele homem perdesse a compostura.
.......................................................................
    Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de reagir com irritação e impensadamente.
    Ao protagonista da nossa singela história, não importava quem estava com a razão, e sim evitar as discussões desgastantes e improdutivas.
    Quem age assim sai ganhando sempre, pois não se desgasta com emoções que podem provocar sérios problemas de saúde ou acabar em desgraça.
    Muitas brigas surgem motivadas por pouca coisa, por coisas tão sem sentido, mas que se avolumam e se inflamam com o calor da discussão.
    Isso porque algumas pessoas têm a tola pretensão de não levar desaforo para casa, mas acabam levando para a prisão, para o hospital ou para o cemitério.
    Por isso a importância de aprender a arte de não se irritar, de deixar por menos ou encontrar uma saída inteligente como fez o homem no restaurante.
    A pessoa que se irrita aspira o tóxico que exterioriza em volta, e envenena-se a si mesma.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Minha tattoo!!!

Hi girls, tudo bem??? Se lembram que fiz uma tatto a um tempo atrás??? Então ela já cicatrizou ficou lindona e agora vim mostrar pra vocês!!

Fiz duas pequenas homenagens na minha pele, primeira na escolha do idioma da minha descendencia e depois o significado é que o que eu acho que todas as pessoas tem que ter, pois quem tem, tem tudo nessa vida...

O significado da frase em árabe é "O conhecimento é o poder", pra mim temos que ter conteúdo não importa classe, cor e opção sexual, tem coisa mais atraente que um pessoa inteligente???

Escolhi a perna porque eu escolho se quero mostra ou não, vejam se gostam!!!






Curtiram meninas??? Pretendo fazer mais algumas pequenas rs

Bjins

domingo, 27 de março de 2011

51 anos do inesquecível Renato Manfredini Júnior!


Oiii meninas hoje seria comemorado 51 anos de Renato Russo, vocalista e líder da melhor banda de todos os tempos Legião Urbana, eu como fã numero 1 fico pensando como ele estaria? Que belas letras teria escrito pra nos deliciarmos? Ahhh a vida segue seu curso e só ficamos com a riqueza e ensinamentos de suas letras maravilhosas, sem nunca esquecer um gênio desses ano passado nessa meses data e nesse mesmo endereço fiz uma postagem em sua homenagem com o nome de "Cinquenta anos de Renato Russo", e hoje quando fui moderar comentário que deparo com uma apressadinha da madrugada, que nem me deixou fazer a nova postagem sobre o aniversário do meu poeta favorito, ela fez um comentário-texto lindo e tenho que postar aqui pra vocês lerem que lindo!
        
         "Anônimo disse...
SOLIDÃO CÓSMICA Caríssimo amigo, Por aqui, a vida segue seu curso normal. Nada mais natural. A Terra continua na sua carreira desabalada, cada vez mais acelerada, rumo ao novo milênio, cativando os terrestres com seu paraíso de vaidade, luxo, oco prazer e os germes da hipocrisia (hoje em dia bem aceita). O mal do século continua a solidão acompanhada pela ambição e pelo preconceito, isto não tem mesmo jeito. No Brasil, tentam novamente criar um clima de alto astral, tipo “Pra frente Brasil”, como nos dias de ditadura, te lembras? A essência permanece a mesma, só muda a aparência. O povo, como sempre aproveita a alegria fugaz, aquela epidemia ofegante do carnaval; a vitória por meio da Copa que virá para não se pensar nos problemas que virão. No geral, o quadro continua corriqueiro: um verão de blecautes, chuvas de granizo enchentes de escândalos, terremotos, tsunamis, e querem atribuir tudo ao El Nino. A dengue aumentou, estou dengosa; há casos de febre amarela, mas o câncer da alma diminuiu. O descalabro da educação para conseguir bolsas nas escolas públicas; o desemprego constante (eu e nossos amigos continuamos a procurar emprego); a cara de pau dos congressistas com mais uma convocação para sessões extraordinárias, ainda mais em ano eleitoral. Há sujeira e CPIS pra todo o lado, normal. Como vê, “a coisa continua coisando por aqui.” Nada mudou, mudam as estações; mas os dias são todos iguais, um tédio com um T bem grande. Poucos percebem o outono chegar, e aqui, na minha rua, há pólen no ar... Porém, sempre desvio meu olhar desse itinerário contemplativo para o ponteiro do relógio, que continua atrasado. Mas ainda é cedo! E para evitar o risco de cair no surto da apatia e da melancolia (você bem sabe dessa minha fraqueza), recomecei a terapia de caminhar de bicicleta todos os dias para espantar a tristeza, para que não seque e mirre o coração nem encolha a alma (já não tenho 1.60cm). Mas tudo bem! Por enquanto, deixe pelo menos, uma janela aberta para que eu possa, de vez em quando, te ver, amigo querido. Jamais ouvi dizer, que algum amigo tivesse esquecido o lugar onde enterrou seu tesouro, porque existem amigos, que são únicos, mas que irmãos. “O AMIGO AMA EM TODO O TEMPO E, NA ADVERSIDADE, ELE SE TORNA UM IRMÃO.” Provérbio 17, 17 Regina Rousseau"

Como ela comentou anônima não da pra ver se tem blog e ir la visitar, assinou como Regina Rousseau, para quem não sabe o Russo, escolhido do Renato foi escolhido em homenagem a Jean-Jacques Rousseau é suíço, considerado um importante filosofo iluminista, teórico politico, escritor e compositor musical autodidata, pelo visto a Regina resolveu  homenagear Renato, e seu filosofo favorito.

Minha singela homenagem é pelo texto lindo e uma de minha musicas favoritas...

SE FIQUEI ESPERANDO MEU AMOR PASSAR.

Composição : Dado Villa-Lobos/Renato Russo/Marcelo Bonfá

Se fiquei esperando meu amor passar
Já me basta que então, eu não sabia
Amar e me via perdido e vivendo em erro
Sem querer me machucar de novo
Por culpa do amor
Mas você e eu podemos namorar.
E era simples: ficamos fortes.
Quando se aprende a amar
O mundo passa a ser seu
Quando se aprende a amar
O mundo passa a ser seu
Sei rimar romã com travesseiro
Quero a minha nação soberana
Com espaço, nobreza e descanso.
Se fiquei esperando meu amor passar
Já me basta que estava então longe de sereno
E fiquei tanto tempo duvidando de mim
Por fazer amor fazer sentido.
Começo a ficar livre
Espero. Acho que sim.
De olhos fechados não me vejo e,
Você sorriu pra mim
"Cordeiro de Deus que tirai os pecados do mundo,
Tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirai os pecados do mundo,
Tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirai os pecados do mundo,
Dai-nos a paz."


Bom domingo meninas...

sexta-feira, 25 de março de 2011

Filmaço: invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles.



Oiii meninas fui ao cinema segunda com o maridon conferir esse filme que vi o trailler e já de cara adorei!!!

Adoro filmes com bastante efeitos especiais bem feitos e com uma historia com lógica que te prenda completamente e esse filme conseguiu isso!!!

Adoro filmes bem feitos e com lógica, sempre falo isso porque assisto tudo e qualquer genero de romance a ação, mas desde que seja bem feito e tenha uma ótima historia!!!

Arrepiei o filme todo e superindico!


Sinopse:
Uma chuva de meteoros atinge a Terra e logo se descobre que eles na verdade são naves alienígenas que desejam exterminar os seres humanos a qualquer custo. A cidade de Los Angeles é o alvo de uma das principais batalhas, dentre as várias outras que ocorrem no planeta. Nesta batalha está envolvido o sargento Michael Nantz (Aaron Eckhart), que teve sua aposentadoria cancelada devido à gravidade dos ataques. Nantz ainda sofre com o trauma de ter perdido vários homens em sua última missão, o que coloca em dúvida entre integrantes de sua nova tropa. Apesar disso, ele obedece às ordens do tenente William Martinez (Ramon Rodriguez) e tenta ajudar o máximo possível para eliminar o invasor extraterrestre.

Bom cine meninas!

Bjins

quinta-feira, 24 de março de 2011

Na minha Wish List... Cachecóis e lenços!

Meninas esse ventinho frio me da uma vontade de usar cachecóis e lenços pra cobrir pescoços e cabeças/cabelos e ficar tudo quentinho!!!

Antes de tudo uma pequena aula de nomenclatura:


* Cachecol e echarpe se definem por ser um tecido retangular longo que envolve o pescoço e a cabeça pra as mais ousadas, o que difere o nome é o tecido usado, quando é um tecido mais nobre ou leve pode - se chamar de echarpe, em um tecido de lã, tricô ou crochê ou seja tecidos pesados e quentes chamamos de cachecol.

* Lenços são triangulares ou quadrados que serve para ser enrolado em diversas partes do corpo e podem ser confeccionados em qualquer tecido.

* Estola e xale cobrem os ombros , a estola sempre feita de pele (que seja sempre fake) e o xale de diversos tecidos, é geralmente quadrado ou triangular, mas para não  confundido -lo com lenço observe o tamanho, ele é   maior para comportar os ombros.

Alguma duvida dos "pedaços" de tecidos que todo inverno entram para minha Wish List??? Vamos as fotos para nos inspiramos a usar esses acessórios super fashions!!!
















 Fonte de imagens: deviantART.

E ai meninas usam do modo tradicional ou inovam???

Bjins

quarta-feira, 23 de março de 2011

Diálogo


Toca a campainha e o homem vai abrir a porta, não sem antes dar um passo de dança. Na porta está uma mulher. No caso, “mulher” é eufemismo. Ela é mais do que isto. Se Deus fosse mandar uma amostra do Seu trabalho para concurso, mandaria ela. Preciso me lembrar desta frase para dizer depois, pensa ele.

– Alô – diz ela.
– Alô. Entre.

Ela entra e olha em volta.

– Eu sou a primeira?
– Não. Desde os 15 anos que eu... Ah, você quer dizer a primeira a chegar. É, é.
– Bonito, seu apartamento.
– Depois que você chegou ele ficou.
– O quê?
– Bonito.
– Mmmm.

Que diálogos, pensou ele. Que diálogos! A noite prometia.

– Me dê seu casaco, sua bolsa...

Ela dá. Ele fica parado ao seu lado. Ela diz:

– Eu não vou tirar mais nada...
– Ah. Certo, certo.

Ele vai guardar o casaco e a bolsa. Ela examina a sala do apartamento. Em cima da mesa de centro há um balde com uma garrafa de champanhe em água gelada e dois copos compridos. O homem volta. A mulher diz:

– Você não falou que ia ter uma festa?
– Onde você estiver, é uma festa.
– Mas você disse que haveria convidados.
– Sim.
– Eu só vejo dois copos.
– Yes.
– E os outros?
– Que outros?
– Os outros convidados.
– Mmm. Sim. Bem. Se eles chegarem, eu...
– “Se”? Quer dizer que eles podem não vir?
– Pode ter havido um esquecimento.
– Eles podem ter se esquecido de vir à festa?
– Ou eu posso ter esquecido de convidar...
– Já vi tudo. A festa é só nós dois.
– Eu prefiro grupos pequenos. Você não?

Que timing. Que marcação. E não tem ninguém gravando isto!
A mulher sorri e rodopia no meio da sala. Seu vestido branco esvoaça.
Que pernas, que noite! Ele serve champanhe para os dois. Ela fala.

– Vou avisando uma coisa...
– O quê?
– Esta noite eu sou a Cinderela.
– Cinderela? Por quê?
– Até a meia-noite me comportarei como uma dama...

Ele ensaia um passo, arqueia uma sobrancelha e pergunta:

– E à meia-noite?

Ela o afasta com a mão.

– À meia-noite eu saio correndo.
– Não há por que se preocupar. Se você é Cinderela, eu serei seu servo, seu cocheiro, seu escravo.
– Então me serve mais champanhe, servo.

Ele serve, pensando: “Tomara que ela diga que as bolinhas do champanhe fazem cócegas no seu nariz...”.

– As bolinhas do champanhe fazem cócegas no meu nariz...
– Isso eu também faço e não sou champanhe.
– O quê?
– Cócegas no seu nariz.
– Não entendi.
– Esquece, esquece.

Não se pode acertar todas, pensa ele.

– Você não quer conhecer a minha biblioteca? – pergunta.
– Quero.– Venha. Traga o seu copo.
– Mas, espere... Ali é o seu quarto.
– Minha biblioteca fica no quarto. Os dois livros, ao lado da cama.
– Então traga para cá.
– A cama?
– Os livros.

Ele a enlaça pela cintura. Rodopiam juntos, depois caem no sofá. Ele pega a garrafa de champanhe e serve mais um pouco.

– Acho que você está querendo me embebedar...

Quem diz isto é ele.

– Se você já abriu o champanhe agora, o que é que nós vamos abrir à meia-noite? – pergunta ela.
– Talvez um zíper ou dois...

Preciso me lembrar de tudo isso para contar depois, pensa ele. De algum lugar no apartamento vem a voz de Frank Sinatra.

– É meia-noite.
– Como é que você sabe?
– Meu cuco.
– Pensei que fosse o Frank Sinatra...
– A imitação não é perfeita? Ele usa até o mesmo tipo de chapéu.

Ela tenta levantar do sofá.

– Hora de ir embora...
– Daqui você não sai, Cinderela.
– Mas você não disse que era o meu servo?
– Disse.
– Pois eu estou ordenando que você me leve para casa.
– Não.
– Por que não?
– Porque bateu meia-noite e eu me transformei num rato! Feliz Ano-Novo.

Meia hora depois, ela está nua, embaixo dos lençóis, e ele está numa mesa do quarto, escrevendo.

– Você não vem? – pergunta ela.
– Só um pouquinho. Estou tomando umas notas para não esquecer nada depois. Quando você falou que o champanhe fazia cócegas no seu nariz, o que foi que eu disse mesmo?

Luís Fernando Veríssimo

terça-feira, 22 de março de 2011

Minhas garras SweetRoCKnRoll da semana!!!!

Oiiii meninas, achei pra comprar nas lojas americanas os esmaltes da Isabeli Fontana, os Sweet Rock'n Roll  da Risqué, que falei aqui a um tempo, fiquei babando e para não comprar todos rs, comprei só dois, o Tattoo e o Psico!!!!

E já fui longo usando o Tatto pra testar, eles são metálicos mas achei discretos e lindos!!!

 (Ele é um grafite lindo!!!)


 (Meus dois queridinhos Tattoo e Psico, e meus acessórios que sairam sem querer...)

Semana que vem passo o Psico!!!

Adorei as cores, apesar de metálicas não são aparecidas, superindico!!!

Bjins

segunda-feira, 21 de março de 2011

Acabou o verão!!!! Bem vindo outono!!!!

Hi girls a partir de ontem começou o outono, no nosso pais não é muito definido pois ainda esta quente e os dias estação ensolarados, mas não esta aquele calor sufocante de dias de verão, mas menos calor pra mim é sempre bom rs, o outono é a ótima preparação para o inverno e suas roupas elegantes que amo!!!

E para homenagear a estação mostro pra vocês aqui algumas peças coringas!!!



*Jaquetas jeans mas leves...

*Ankle boots...

*Legging...

*Meias 7/8, 3/4, soquete...

*Meia calça...

 *Oxfords...

 *Boinas...

*Segunda pele e boina de novo rs...


Gostaram da minha seleção meninas???

Quero mais sugestões de peças com cara de outono!!!

Bjins

sábado, 19 de março de 2011

Look da noite: Vestido Deréon + ankle boots!!!

Oiii meninas, vasculhando o note achei um look que usei na colação da minha cunhada, tirei ate foto pra postar aqui mas acabei esquecendo...

É um look simples vestido e ankle boots, amei o vestido porque não marca e delineia o corpo sem ficar  vulgar e optei pelas ankle boots pra ter um objeto de moda, e ficou assim!!!


(Desculpe a má qualidade... Cel e noite!!!)

Aprovado meninas???

Bjins

sexta-feira, 18 de março de 2011

Dica de Filmaço!!! Amor e outras drogas.


Hi girls, tudo bem???

Fim de semana ai ne, então vim a postar um filme pra quem gosta de ficar em casa para fazer um programinha a dois, afinal esse filme trata de assuntos sobre amor e viver junto de alguém, as dificuldades pelas diferenças, nesse filme em especial uma doença incurável, o mal de Parkinson que eu não sabia como era severa e devastadora, com isso ele põe a realidade de tudo que podemos abdicar para viver uma linda e longa historia de amor, mas também fala das partes ótimas de ter um relacionamento, aquelas só nos que temos alguém ao lado sabemos, a cumplicidade, o ter alguém pra nunca vai ter deixar na mão, alguém para ter apoiar ou só te consolar mesmo, alguém que esta com você pelo que você é, e isso vale qualquer coisa pra mim, amar e ser amado não tem preço...


Sinopse:

Jamie Randall (Jake Gyllenhaal  gato de Prince of Persia) é o tipo sedutor nato, aquele pra preza pela quantidade, após ser demitido do cargo de vendedor por ser pego com uma funcionaria, ele começa a trabalhar como vendedor de produtos farmacêuticos, na qual sua função era abordar médicos para que eles prescreverem os remédios da empresa que representava ao seus pacientes e foi em uma dessas muitas visitas que ele conhece Maggie Murdock (Anne Hathaway), uma jovem de 26 anos que sofre de mal de Parkinson. Ele fica atraído por sua beleza física e por ela não querer nada com ele, mas com o tempo descobre que sente algo a mais e percebe que ela não quer levar o relacionamento a algo mais serio por sua doença.


Ahhh indico pra ser visto a dois, não em família pois apesar da historia que nos faz pensar e desenvolver como ser humano, tem muitas, muitas cenas ultra picantes!!!

Super indico pra todos, maiores de idade claro rs, é um filme que nos faz praticar a empatia e nos faz ser mesmo egoístas, tem gente que tem problemas bem maiores, e que tem que enfrentar todos os dias vivem como todo mundo...

Bjins

quinta-feira, 17 de março de 2011

Mitologia Grega: FILEMON E BAUCIS



Zeus, estando um dia ocioso no Olimpo, chamou seu filho Hermes e disse:
— Venha, vamos dar uma volta pelo mundo e testar a hospitalidade dos mortais.
Hermes, que adorava passear, concordou imediatamente. Já estava saindo junto com seu pai, quando este o deteve:
- Espere, deixe aqui as suas asas.
- Por que, meu pai? — perguntou Hermes.
— Não seja tonto — disse Zeus. — Se nos apresentarmos como deuses, obviamente que seremos bem recebidos por todos.
Hermes concordou e, após desfazer-se de suas asas, seguiu junto com ele. Tão logo chegaram à Terra, começaram a percorrer as estradas da Frígia, como se fossem dois pobres andarilhos. Em alguns instantes estavam suados e cobertos de pó. De repente, avistaram uma bela casa de campo. Bateram à porta por um longo tempo, até que surgiu do alto de uma janela uma pequenina cabeça.

— O que querem, vagabundos? — gritou alguém, com irritação.
— Somos viajantes, bom amigo, e precisamos descansar — respondeu Hermes.
— Dêem o fora! — disse a pessoa à janela, desaparecendo em seguida.
Os dois viajantes, desgostosos com seu primeiro insucesso, partiram sem nada dizer. Era um dia quente e úmido, e o sol estava exatamente acima de suas cabeças. Enquanto retomavam seu caminho, Hermes tentava acalmar a ira de seu pai, que já se preparava para lançar naquela casa um de seus terríveis e vingativos raios.
— Calma, pai! Não podemos tomar como exemplo um único caso. Tentemos aquela outra casa, lá adiante.
De fato, um pouco mais além havia uma outra casa, um pouco menor do que a anterior, mas muito bem cuidada. Os dois andarilhos chegaram à porta e outra vez prepararam-se para pedir abrigo.
— Veja, pai, parece que há aqui alguma festa — disse Hermes, ao escutar no interior um alarido de risos e de pratos. — Certamente que também nos convidarão para ela.
- Zeus, no entanto, tinha um ar cético.
Hermes, temendo o pior, antes de bater à porta passou a manga de sua túnica esfarrapada pelo rosto, a fim de melhorar o seu aspecto. Enquanto isto Zeus já tomara a frente e esmurrava a porta. Depois de quase pô-la abaixo, viu surgir um rosto gordo e inchado.
— Pois não, senhores! — disse o homem, com um forte hálito de vinho.
— Boa-tarde, meu bom homem — disse Hermes. — Somos viajantes, e o sol inclemente impede que prossigamos nossa jornada. Poderíamos fazer aqui nosso descanso e uma breve refeição, para que possamos renovar nossas forças?
—  Desculpem-me, mas não posso recebê-los agora — disse o bêbado. -Minha filha casa hoje e estou recebendo agora os meus convidados.
Mas, tomado por um acesso brusco de generosidade, chamou a criada e disse-lhe:
— Traga um prato com alguma coisa para estes dois aí!
Depois, virando as costas, sumiu-se de novo para o interior da casa. Trinta minutos se passaram até que a criada, abrindo uma fresta mínima na porta, passou pelo vão um pequeno prato, com as sobras ajuntadas de dois ou três convidados.
— Deixem o prato aí e desapareçam — disse a criada, com uma voz áspera. Mas, ao introduzir o prato no estreito vão, ela o inclinara de tal modo que virara no chão a metade do seu conteúdo. Cinco ossos com alguns nacos de carne era tudo o que restava da estreita generosidade daquela alegre e festiva casa. Hermes ainda os estudava, na esperança de encontrar algo que pudesse revelar-se como um sinal de autêntica generosidade, sem ousar erguer os olhos para seu colérico pai. Zeus, por sua vez, depois de mirar com fúria a casa, partiu, procurando de qualquer modo controlar o seu gênio.
era adiantado da tarde quando chegaram, sedentos e famintos, à porta de uma terceira casa. Esta, embora modesta, parecia ainda a salvo da miséria. De dentro das suas paredes escapava o ruído contínuo e vigoroso de um sopro, como se um grande fole trabalhasse ali sem trégua. Hermes bateu à porta uma, duas, dez vezes. Um murmúrio fez-se ouvir de uma das janelas, ao alto. Uma sombra por detrás da cortina revelava que alguém espiava, desconfiado. De repente, porém, liberta do medo, a pessoa afastou, de par em par, os dois panos. Era uma mulher, que segurava um lençol à frente do seu torso nu.
— O que querem, mendigos? — perguntou a mulher, impaciente, enquanto ajeitava os cabelos.
Zeus e Hermes entreolharam-se, em dúvida.
— Vamos lá, que tenho mais o que fazer! — exclamou a mulher, deixando cair a proteção, com um ar distraído.
Às suas costas, uma voz masculina disparou um desaforo.
— Só queremos um pouco de repouso e algum alimento! — disse Hermes.
— Eles querem repouso! — disse a mulher, virando-se para dentro, num tom de deboche.
Um homem surgiu, então, por detrás dela e disparou outro desaforo aos dois andarilhos, fechando em seguida, com estrondo, a janela. Zeus e Hermes tiveram de seguir novamente o seu caminho sob o ruído estridente do fole que começara a trabalhar lá dentro, outra vez, a toda fúria.
Já estavam exaustos, quando chegaram, afinal, à frente de uma humilde choça, coberta de palha. Com receio de derrubar a frágil porta, Zeus bateu palmas, enquanto Hermes, um pouco mais atrás, apenas o observava, sem acreditar em mais nada. De dentro da choupana, entretanto, surgiu o rosto enrugado de um velho.
— Bom-dia, meu senhor— disse Zeus. — Somos dois andarilhos e gostaríamos...
Antes, porém, que Zeus concluísse, a porta foi escancarada.
— Entrem, por favor — disse o velho, dando-lhes a passagem.
Os dois, surpresos, entraram na casa. Embora já estivesse um pouco escuro ali dentro, a casa ainda não tinha iluminação alguma. Da penumbra avançou para eles uma velhinha, toda encurvada, que os cumprimentou de maneira discreta. Ele chamava-se Filemon, e ela, Baucis. Casados há muitos anos, viviam desde então naquela modesta casa, enfrentando juntos as privações naturais da pobreza. Não tinham criados nem filhos.
— Por favor, sentem-se aqui — disse Filemon, estendendo duas cadeiras aos visitantes, tomando antes o cuidado de forrá-las com um pouco de palha limpa.
Enquanto isto, Baucis tentava reavivar um resto de fogo que ainda se escondia por debaixo das cinzas. Filemon, por sua vez, arrancou alguns gravetos da cobertura da choça, retirando também dos caibros um pouco da palha que protegia a casa das constantes chuvas. Baucis dirigiu-se à horta e de lá retornou trazendo um maço de verduras e as lançou com gosto dentro de uma vasilha. Filemon pegou a faca e cortou um bom pedaço do toucinho que pendia do teto. lançando-o na sopa, indo logo em seguida conversar com seus visitantes, para que estes não se sentissem abandonados.
Baucis pegou a melhor toalha que possuíam, toda velha e cheia de furos de traças; ergueu-a para o alto duas ou três vezes, inflando-a, até que a peça desabou exaurida sobre a madeira escura da mesa, com o ânimo triste e abatido das mortalhas. A sopa, a essa altura, já estava pronta. Baucis trouxe logo para a mesa a panela de barro fumegante. Em seguida, depositou sobre a mesa um cesto contendo um pão, ainda em bom estado, e um pequeno pedaço de queijo. Para completar, o velho anfitrião retirou de seu esconderijo uma garrafa de vinho.
— Os senhores nos perdoem se não for o bastante — disse o velho, obsequioso. depositando a garrafa diante de Zeus -, mas é a única que nos restou.
Começaram todos, assim, a se regalar como podiam com aquela prosaica refeição.
— O senhor não bebe? — disse-lhe, de modo vago, Zeus.
O velho, afetando uma dor de lado, fez que não. No entanto, ao voltar os olhos para sua querida garrafa, percebeu que ela estava, diante de si, cheia até o gargalo, embora os visitantes estivessem com seus copos também cheios, até as bordas. Compreendendo tudo, o velho ergueu-se, assombrado:
— Zeus todo-poderoso! — exclamou Filemon, virando-se para sua esposa. — Baucis, é o pai dos deuses quem temos diante de nós!
A pobre velha, engasgando-se, teve de ser socorrida pelo filho de Hermes, antes de entender direito o que se passava.
Que vergonha! — exclamava Filemon, cobrindo o rosto com as mãos. -Veja, Baucis, querida, o que temos a coragem de servir para Zeus e seu filho...
Zeus, entretanto, acalmou os dois velhos, dizendo-se muito satisfeito com aquela refeição. E ordenou aos amáveis anfitriões:
— Agora, levantem-se e me acompanhem.
Zeus saiu porta afora, levando atrás de si os dois velhos, que, apoiados com dificuldade em seus cajados, procuravam acompanhar o passo firme dos dois deuses. Subiram todos à montanha vizinha e, uma vez ali, Zeus perguntou-lhes o que mais desejavam na vida.
Depois de conversarem baixinho por um bom tempo, os dois velhinhos chegaram a um acordo.
— Queríamos a graça de não sobrevivermos um ao outro — disse Filemon. Tão logo terminou de falar, um terrível temporal desabou sobre a campina onde ficava a humilde choça. Os dois velhos, aterrados, viram então todo o vale cobrir-se de água, fazendo desaparecer todas as outras casas onde os deuses haviam sido mal recebidos. Passaram, assim, mortos, na corrente raivosa das águas, o primeiro anfitrião, que sequer lhes ouvira o pedido, depois o velho bêbado, junto com dezenas de seus convidados, e, finalmente, o casal de amantes, abraçados em meio à correnteza.
A modesta choupana de Filemon e Baucis também parecia ruir, o que arrancou de Baucis um grito de terror:
— Filemon querido, nossa casa também se vai!
No entanto, no lugar da choupana que ruíra, colunas de mármore levantavam-se. Escorado sobre elas repousava um magnífico e solene teto de ouro. Paredes, também do mais fino mármore, fixavam-se, além de uma magnífica porta prateada, onde figuravam os mais belos baixos-relevos.
— A partir de hoje vocês serão os sacerdotes exclusivos deste templo! — disse-lhes Zeus, retirando-se com seu filho, sob os olhos agradecidos dos velhos.
Passaram a viver ali, em meio à fartura, Filemon e Baucis, até a mais extrema velhice — pois Zeus ainda lhes acrescentou muitos anos de vida, repletos de saúde. Mas, como tudo tem um fim para os mortais, um dia, quando ambos estavam sentados nos degraus do palácio, Baucis deu um grito:
— Filemon, o que é isto em seus pés?
Um tufo de ervas começara a surgir do velho, enquanto ele falava. O mesmo fenômeno repetia-se com a sua esposa, que já tinha as pernas inteiras recobertas de vegetação. Aos poucos seus corpos foram recobrindo-se de folhas, até que em poucos minutos viram-se ambos transformados em duas belas e imponentes árvores, de raízes e galhos entrelaçados para sempre.




Imagens: Reprodução.
Texto: as 100 melhores histórias da mitologia grega.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Releitura Fashion: Calça Flare, dicas de uso!

Girls  fashions e lindas, hoje vim falar de uma super tendência que foi remoldada, ela veio dos anos 70, nos anos 90 e bolinha voltaram (eu usei \o/) e agora estão com força total, vieram, na minha opinião mais sofisticadas, tipo anos 70 chics!!!! 

Acho que todas maiores de 18 anos já conheceram e talvez ate usaram, essa calça é a boca de sino, hoje ela é  conhecida no mundo fashion de Flare, e tem para todos os estilos, mais jovem com o jeans e malha, e em tecidos nobres para o estilo mais social.

Não tem muito como errar o jeito de usar, pode ser uma t-shirt básica, trabalhada, bata, com jaqueta, camisão jeans ou xadrez, enfim se encaixa em qualquer estilo.

Use sempre com saltos se quiser um look sofisticado  e moderno, se preferir um ar hippie chic, oposte nas rasteiras, já botas não são indicadas, podem pesar no visual.

Ela é super indicada pra todas pois equilibra as curvas da volume para quem tem as pernas finas e equilibra quadris largos, e sempre alonga a silhueta, então baixinhas se joguem!!!

Looks para inspiração:













Fonte imagens: Google.


Meninas vão voltar a usar ou suar pela primeira vez???? Gosto da de boca menos larga e não tão justa nas coxas, acho que fica mais sofisticado...

Bjins

terça-feira, 15 de março de 2011

Na minha Wish List... Skulls!!!

Gente pela minha personalidade sempre gostei de coisas não muito la menininha, desde de pequena adoro preto, e todas as cores sóbrias e fechadas, sempre fui a estranha do ninho, gostar de coisas sombrias, pra minha pessoa não é de hoje!!!

E coloco no topo na minha wish list as caveiras ou skulls!

Adoro desde guria, só que antigamente não se usava no mundo fashion, hoje tem skulls em estampas, e acessórios e não perdem feminilidade, não são grotescas, são lindas e super estilosas, são ousadas, não é pra qualquer um, sempre tem gente com preconceito e velhos tabus, e tem quem só não goste menos por ter uma áurea negativa, lembra  a morte, eu não ligo, ate gosto dessa visão dramática, afinal morrer faz parte da vida... Brinks!!!

Olhem as imagens que selecionei e digam que não são lindas!!!!

(Achei essa foto linda..)

(Quero esse lenço!!!)


(Esse pingente é muito minha cara!!!)





(Amei a tatto...)
Fonte de imagens: deviantART.

E ai meninas usam???

Bjins