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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Quando me amei de verdade (Charles Chaplin)

Meninas hoje trouxe aqui para o blog um texto que reflexão que me emociona pois tudo que aprendo tento agregar e por em pratica na minha vida e esse texto em especial me fez crescer em poucos minutos,o li e o pratiquei e percebi um feedback das pessoas em minha volta.

Espero que sirva de ajuda pra vocês também!




Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.

Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é...Autenticidade.

Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.

Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.

Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.

Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.

Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!!!

Charles Chaplin

Bjins e bom fim de semana...

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

História do nosso amado salto alto!!!



Meninas como vocês sabem o DJ Blog não é só futilidade não,tem um teor cultural em tudo,pensando nisso vim aqui trazer pra vocês a antiga historia de um amigo (ou inimigo) do nosso dia a dia,é uma historia surpreendente que viaja pelo mundo inteiro,não deixem de ler,é ótima!!!

Origem do salto alto:

A origem dos sapatos e sandálias de salto alto se perde em séculos de história. Os primeiros modelos de saltos altos foram encontrados em uma tumba do Antigo Egito e datam do ano 1000 aC. Esses saltos, provavelmente, caracterizavam a alta posição social de quem os utilizava.

O gosto por saltos altos predominou também na Grécia Antiga. Ésquilo, o primeiro grande autor trágico da história grega, fazia os atores de suas peças usarem sapatos plataformas de diferentes alturas para, assim, indicar a posição social de cada personagem. A mesma idéia existiu no Oriente. Por exemplo, no Japão o imperador Hirohito foi coroado, em 1926, calçando sapatos com plataforma de 30 cm de altura.

Mas a história também revela que saltos altos estão associados à sexualidade. As cortesãs japonesas usavam tamancos com alturas entre 15 e 30 cm. Já as concubinas chinesas e as odaliscas turcas eram obrigadas a usar sandálias altas provavelmente para impedir que fugissem dos haréns. Na Antiga Roma, as prostitutas eram identificadas pelos saltos que usavam.

Na Época Moderna, a moda européia dos saltos altos teve início com os “chopines” italianos, sandálias com plataformas de altura variando entre 15 e 42 cm. Algumas chegavam a alcançar 75 cm e as mulheres que os calçavam tinham que se apoiar em bengalas ou bastões para conseguir equilíbrio ao andar. Em 1430 os chopines foram proibidos em Veneza, mas como se sabe, nada pode impedir uma tendência da moda.

A história atribui a invenção dos saltos altos a Catarina de Médici, no século XVI. Devido a sua baixa estatura, ela os utilizou quando se casou com Henrique II, da França. Ao chegar a Paris ela trazia em sua bagagem uma série de sapatos com saltos produzidos por um artesão italiano para deixá-la mais alta. E, assim, acabou por introduzir a moda dos saltos altos na história da aristocracia européia.

No século XVII, o parlamento inglês punia como feiticeiras todas as mulheres que usassem sapatos de salto alto para seduzir ou atrair homens ao casamento. E por falar em sedução, Giovanni Casanova, em sua biografia, declarou seu amor pelos saltos altos que, segundo ele, levantavam as armações das saias-balão, usadas à época, desta forma mostrando as pernas femininas.

No século XIX, os saltos altos foram introduzidos nos Estados Unidos importados diretamente dos bordéis de Paris. O sucesso dos saltos altos na capital francesa era enorme, pois a maioria dos clientes preferia contratar os serviços de prostitutas que usavam saltos.


Em 1900, ainda havia resquícios de preconceito do século anterior. Muitas pessoas consideravam indecentes mulheres que mostrassem suas extremidades desnudas. Por isso, o conforto prevaleceu em detrimento do estilo, que ficava relegado à privacidade doméstica. Em público, botas e botinas apertadas e abotoadas prevaleciam. A história mudou após a Primeira Guerra Mundial. Com o desenvolvimento da economia, os calçados de tiras entraram em cena: pontudos e com saltos altos modelo Louis. Havia uma verdadeira profusão de cores e os saltos eram até mesmo utilizados para dançar.

Mas os anos 30 trouxeram a Grande Depressão e isto teve repercussões na moda. Os saltos se tornaram mais baixos e mais largos. Nessa época muitas mulheres condenavam os saltos altos, mas foi a partir da Segunda Guerra Mundial que os saltos passaram por uma fase de verdadeiro desprezo devido ao racionamento do couro. Mas o designer italiano Salvatore Ferragamo encontrou a solução ao desenvolver um modelo de calçado com salto anabela em cortiça. Após a guerra esse modelo tornou-se moda, quando muitos estilistas passaram a copiá-lo. Saiba mais sobre a vida e a obra de Salvatore Ferragamo.


Ferragamo, André Perugia e Charles Jourdan competiam entre si para desenvolver o mais refinado e elegante salto, mas, no processo de produção não podiam utilizar materiais frágeis como madeira que poderia não suportar o peso de uma mulher. Muitos designers projetaram saltos em forma de pino de aço recobertos com material plástico, buscando solucionar os problemas de resistência dos saltos. Os italianos Del Co e Albanese criaram uma sandália para noite com duas minúsculas tiras e um salto baixo sob o arco do pé. Roger Vivier, que então trabalhava para Christian Dior, em Paris, aperfeiçoou este salto, dando-lhe a forma de uma vírgula e acabou por receber todo crédito pela invenção do salto stiletto, em 1955. Saiba mais sobre o salto stiletto.

Contudo, enquanto os franceses, de fato, não tinham competidores à altura no que diz respeito a moda de vestuário, os italianos, por sua vez, eram os mestres da produção em massa da moda calçadista. Graças aos contatos de Ferragamo em Hollywood, esses calçados italianos se tornaram muito populares entre as estrelas hollywoodianas nos anos 50 (Jane Mansfield tinha mais de 200 pares). O salto stiletto era, então, sinônimo de “sex appeal”. Enquanto isso, os médicos responsabilizavam os sapatos de salto alto por todos os tipos de problemas. E não só quanto à saúde da mulher. Muitos atribuíam o crescimento da delinqüência juvenil aos saltos altos.

Nos anos 60, teve início a transferência da moda de Paris para Londres e a moda das ruas ditava o que era para ser usado. Com o preço do couro em alta, os materiais sintéticos entraram em cena. Vivier, Herbert Levine e Miller foram os pioneiros na história da utilização de material plástico transparente.

No início dos anos 70 as plataformas retornaram por um breve período na história, especialmente aquelas botas extravagantes de cano alto. Muitas destas botas tinham designs psicodélicos. Era o estilo andrógino do “Glam Rock”. Foi o designer Terry de Havilland quem as popularizou e encontrou adeptos não apenas entre as mulheres, mas também entre gays e lésbicas.

Nos anos 80, mulheres executivas passaram a adotar o salto stiletto como um complemento aos seus vestuários para projetarem uma imagem de eficiência e de autoridade. Os saltos altos simbolizavam glamour e extravagância, além de um modo de expressar feminilidade nunca antes vista na história dos saltos altos.


FONTE: Salto 15 (historia completa)

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Vida amarga porque você quer...


Vocês já reparam como que tem gente que só reclama da vida,??? Ai você ouve e pensa

-Pobre coitado...Pobre coitado nada,eu vivo e tenho problemas igual a ele e não estou reclamando,o caso é que uma coisa pra uns é normal para a maioria é um sacrifício,tudo pra eles é mais difícil porque eles já pensam assim mesmo antes de fazer.

São pessimistas e egoístas,tudo pra eles é um calvário,mas será que se eles se colocarem no lugar do próximo não vão pensar diferente?

Muitas vezes é isso que precisamos fazer,parar de enxergar só nossos problemas e pensar nos problemas das outras pessoas pra ver como o nosso “probleminha” é pequeno perante do próximo.

E parar de se achar o centro do universo, que quanto não conspira a meu favor ta errado,nos somos responsáveis pela nossa própria vida,plantamos o que colhemos,já parou pra pensar nisso???

Se sua vida ta uma B*$#@ como você diz aos quatro cantos,será que não é culpa sua??? Ou que você só vê seu umbigo a ponto de não enxergar a maravilha de vida que possui,tem coisas que reclamamos sem fundamento...

Não tem boa saúde (ou não cuida dela direito se alimentando mal???)

Emprego que não é o ideal (mas você esta fazendo por onde arrumar um melhor???)

Falta de dinheiro ( ou será que você não sabe administrar???)

Família chata e fofoqueira ( ou você que não tem paciência com ninguém???)

Namorado que não da certo com você (ou você que quer uma pessoa ao seu lado que faça tudo só seu jeito???)

Se acha feia e inferior (ou tem preguiça de se cuidar para estar sempre linda???)

Tem gente que sofre por coisas bem mais serias e não deixa se abater, pelo contrario te recebe com um sorriso no rosto,

Reclamar e não tomar uma atitude não adianta nada,reclamar o que já passou é remoer o que te deixa pra baixo,e para que fim isso leva???

Você se tomar uma pessoa chata,ranzinza,egocêntrica e pessimista aos olhos dos outros,esses vibrações negativas do trazem coisas negativas por isso coisas ruins tendem a acontecer com mais frequência e a pessoa se acha a ovelha negra do universo,mas as coisas não são assim só estão assim por sua total culpa,sempre querendo ir pela caminho mais fácil e querer colher os melhores fritos, como não consegue o resultado desejado, se afunda em pensamentos negativos e não fazendo nada para mudar a situação que não te agrada.

Pessoa assim são difíceis de se relacionar pois tudo elas criticam,e querem do seu jeito,e lembrando que relacionamento é feito por duas pessoas com ideais diferentes que tem que ser respeitadas.

O momento é auto critica e reflexão não pode ser feito só no final do ano não,tem que ser feito todos os dias em todos os momentos,só assim pra não deixarmos o desanimo vencer e controlar nossas vidas de maneira amarga.

Pense nisso...



Bjins

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Adorno de cabeça...

Oii meninas,todas as pessoas que me conhecem pessoalmente percebem uma paixão nada secreta que tenho,boinas,tiaras e presilhas,quero aderir também aos chapeis e headbands, só tenho que achar o famoso "minha cara" pra comprar rsrs

E hoje em dia ta fácil pelas lindas peças que vemos por ai,mas chega de blá blá blá e vamos as imagens...


(Blair e suas liiindas tiaras...)

(Charme com franjão!!!)

(Delicada...)

(Ousada...)

(Sou louca com esse modelo!!!)


(Lindíssima...)

(!!!)

(Sophisticado...)


(Losho!!!)

(Cartola e tênis,amei!!!)

(De tricô é muito phina..)

(Ate o cat aderiu rsrs)

E vocês meninas o que gostam de usar para complementar o look???

Bjins

FONTE: deviantART e Google

Ganhadora do sorteio!!!

Oiiii meninas hoje saiu pela Enrecolyshop o resultado do sorteio em parceria com o DJ Blog!!!!


E a sortuda é.....

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NAYARA!!!!!

Dona do E-mail: nayaracicarelli@yahoo.com.br

Parabens Nayara,mas como você não divulgou não leva o kit completo....

Mas vai levar o ótimo produto FLOredution que já falei dele aqui!


Você já recebeu o e-mail da Enrecolyshop e fique no aguardo.

Logo logo mais sorteios meninas aguardem!!!

Bjins

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

T-shirt de menino??? To usando!!!

Oiiii meninas trouxe uma super dica pra vocês,sabe aquela ou aquelas camisas que seu namorado,irmão,primo,amigo,marido(no meu caso) não usa mais porque não gostou ou acha que ta pequena (mesmo sendo gg)????

Vamos personalizar,desce a tesoura onde achar que deve meter um cinto pra dar aquele ar de mulherzinha e usar sem do rsrs

Veja as imagens auto explicativas...

(Detalhe na manga...Charme)

(Strass e as mãos no lugar do cinto rsrs... Estávamos com pressa)


Gente esse corpo sem cabeça é da Flaviane minha cunhada que faz Design de moda,e como vocês podem ver todas nos temos uma paixão em comum,MODA!!! e a palavra chave de moda é criatividade.

O legal dessa camisa é o seu sexo (camisa tem sexo???) sim ela é do sexo masculino,é da Clock House,comprei na C&A que trabalho pra dar de presente pro meu sogro, ele acho pequena e a Fla pegou pra ela e fez essa obra de arte!!!
Aplicou strass e correntes,cortou a gola e a manga para ficar mais feminina,quem diz que essa camisa já foi de macho???

Adorei a ideia e já peguei algumas camisa que meu maridon não usa,e vou sair por ai com elas no modelo By Fla...

Então meninas corram para o lado do guarda roupa dEles e façam a busca,eu já escolhi a minhas vou personalizar e depois posto fotos!!!

E ai meninas vocês já usaram ou nunca usariam???
Bjins

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Testei Avon Magix Base liquida!!!!


Oiii meninas hoje to aqui pra fazer uma resenha de uma linha que estou gostando muito,é a saga Magix da Avon,começou com um Primer ótimo e agora já temos base compacta e liquida.

Eu testei a liquida e gostei bastante,promete ser o primer com cobertura de base tudo junto.

Eu acho que o primer é melhor e mais leve,mas a base é boa também,mas gente primer é sempre primer né.

Pontos fortes:

1* Compre bem a pele;
2* Reduz um pouco poros e linhas de expressão;
3* Textura suave e cheiro bom;
4* Ótima base;

Ponto fraco:

1* Se usada por cima de filtro solar (como uso o Primer) deixa a pele oleosa;

Gente só o ponto fraco que custei a perceber,meu ritual matinal é assim,lavo o rosto com um sabonete próprio,tonifico e passo protetor facial e depois primer,base e restante de make,com o Magix Base liquida tive que dispensar o filtro solar porque ficava uma verdadeira meleca,mas como ele tem o FPS 10 acho que não mudou muita coisa.

Então fica ai minha dica de cosmético,não substitui o primer mas é bom também!!!

Bjins

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Dobra essa barra menina!!!

Oiii meninas vamos falar de moda e moda simples hein,com a chegada do verão,calor e etc,tem Oiii gurias hoje tenho uma super dica que saiu da passarelas direto pra nossas calças jeans rsrs,
é o toque de moda mais simples e tenho certeza que todas aqui (inclusive eu) já fizeram isso pra dar um up no visual,é o velho ato de dobrar as barras da calça jeans,antes porque estava sobrando pano mesmo,rsrs hoje em dia por estilo.

Mesmo sendo baixinha sempre fiz,e pesquisando por ai vi uma super postagem no La Isla Bonita dando dicas de como usar e alongar a silhueta e achei o máximo,vale o click meninas!!!!
E para finalizar tenho aqui super fotos com muito estilo para nos inspirar!!!


(Poderosa no saltão...)

(No estilo com ALL STAR...)

( Rachel Bilson adora ne...)

(Delicada...)

(Com saruel também pode...)

(Liberada para os meninos também...)

(Descolada com o jeans rasgado...)

E ai meninas o que acharam,vão aderir???? Já usam (eu) faz tempo????
Bjins

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Mitologia Grega: A QUEDA DE FAETONTE

Faetonte era o jovem filho do Sol e tinha, como todo adolescente, o gênio inquieto. Um dia, numa acirrada disputa que mantivera com um amigo — Epafo, filho de Zeus, garantiu a ele que era capaz de dirigir o veículo do pai.
— Impossível! — disse Epafo, com ar de zombaria. — Todo mundo sabe que o carro do Sol só pode ser guiado pelo próprio Sol! Além do mais, dizem que nem filho dele você é...!
Faetonte, chocado com a revelação, resolveu ir confirmar com sua mãe, a ninfa Climene.
— Mãe, Epafo disse que eu não sou filho do Sol — exclamou Faetonte, com as narinas dilatadas de indignação.
— Não dê ouvido às conversas dele, meu filho — disse Climene. — É claro que você é filho do Sol. Basta olhar para os seus cabelos dourados e sua pele bronzeada.
— Então quero uma prova — disse o jovem, intransigente.
— Que prova, seu bobo? — exclamou a ninfa, perdendo a paciência.
Quero dirigir sozinho o carro do Sol! — disse Faetonte.
De nada adiantou a sua mãe dizer que isso era pura loucura; o rapaz tanto insistiu que Climene deixou que ele fosse procurar o pai, cuja residência ficava no ponto mais extremo do Oriente. Depois de vários dias de viagem, Faetonte chegou, afinal.
O palácio de Febo — como também é conhecido o Sol — era todo dourado, desde os alicerces até a mais alta cúpula. No interior, as escadarias de mármore despediam reflexos de um dourado intenso, de tal modo que não se sabia se eram as escadarias que refletiam o ouro das paredes ou as paredes que refletiam o ouro das escadarias.
Faetonte, meu filho, o que está fazendo aqui? — disse o velho Sol, surpreso com aquela visita.
Pai, antes de mais nada quero saber se sou mesmo seu filho — foi logo dizendo o inquieto rapaz.
— É lógico que é! — disse o Sol, passando a enorme mão na cabeça do filho, despenteando-o distraidamente.
— Então prove, atendendo ao pedido que vou lhe fazer!
Febo reclinou-se em seu trono, dando um suspiro. Era encrenca, na certa.
Que pedido, meu rapaz, que pedido?
Primeiro prometa que irá aceitar, qualquer que ele seja.
Está bem, eu prometo, eu prometo.
— Pois bem, eu quero dirigir o carro do Sol amanhã, bem cedinho.
— Dirigir o quê?! — disse Febo, começando a prestar atenção ao que o filho dizia.
— É isso, quero tomar as rédeas do seu carro.
Febo alarmou-se com o pedido; não pensara que a audácia do filho chegaria a tanto. Qualquer um sabia da dificuldade tremenda — e, sobretudo, da responsabilidade — que era dirigir o carro do Sol, conduzido pelos quatro cavalos selvagens e incandescentes que expeliam labaredas de fogo pelas ventas, arrastando a luz e o dia por toda a Terra.
— Meu filho, sinto muito, mas não posso permitir — disse Febo, tentando encerrar a discussão.
— Você disse qualquer coisa!
— exclamou Faetonte, vermelho de desapontamento.
— Mas eu não podia imaginar que você iria me pedir um absurdo desses! -disse Febo, na defensiva.
- Não quero saber, promessa é promessa; amanhã vou dirigir o carro do Sol de qualquer maneira — disse o jovem, irredutível.
O velho deus ergueu-se de seu trono e foi dar uma volta pelo salão. A aurora já se anunciava e ele logo teria de partir em seu longo curso.
— Está bem, amanhã você irá comigo — disse o deus.
— Sozinho, pai, eu quero ir sozinho! — disse o rapaz. Depois, voltando os olhos para fora da janela do palácio, percebeu que o dia estava prestes a romper:
— Pai, não é a Aurora quem vai indo ali adiante? — Sim, era ela que, com suas vestes rosadas, lançava-se aos céus, anunciando o novo dia.
— Deixe-me ir hoje mesmo, pai! Por que esperar até amanhã?
— Para refletir um pouco melhor, apenas isto — disse Febo.
Mas o rapaz não queria saber de mais conversas. De um pulo desceu as escadarias douradas até chegar diante das portas onde estava guardado o carro. Uma das Horas aproximou-se, nervosa, do deus solar.
— Febo poderoso, já é hora de atrelarmos os corcéis de fogo ao carro. Veja, a Aurora já está indo, e é preciso que seu carro flamejante siga logo atrás! -disse.
Imediatamente os cocheiros correram à gigantesca cavalariça, de cujo interior podia-se escutar os relinchos e o escoicear impaciente dos cavalos, que pareciam adivinhar que a hora da saída já passara.
— Ligeiro, tragam os cavalos! — berrou Febo. Faetonte, eufórico, correu até a cavalariça.
— Para trás, rapaz, cuidado! — disse um dos cocheiros, que escancarara a imensa porta.
Um dos cavalos arremessou-se para fora da estrebaria, preso apenas por um laço, enquanto o cocheiro forcejava para mantê-lo sob seu domínio. Os olhos do cavalo disparavam chispas, enquanto sua boca emitia um relincho ensurdecedor. De suas ventas largas saíam jatos de fogo que teriam reduzido Faetonte a pó, se um dos serviçais não o tivesse afastado dali com sua mão potente.
Suba ao carro, enquanto atrelamos os cavalos — disse o cocheiro ao rapaz, com evidente má vontade, sem parecer ligar a mínima para o fato dele ser o filho do deus Sol.
Outros três cavalos, do mesmo porte e fúria, saíram das cavalariças com o mesmo destino. Faetonte, obedecendo às instruções dos gigantes, já fora postar-se adiante do carro do Sol. Nada podia ser mais imponente do que aquela fabulosa máquina, que se assemelhava a uma enorme carruagem: o eixo, o timão e as rodas eram feitos do mais puro ouro, enquanto os raios das rodas eram todos prateados. Num salto ágil, Faetonte subiu para dentro do carro.
— Meu filho, já que você insiste nesta aventura louca, deixe que eu dê alguns conselhos! — disse Febo ao filho, que fingia escutar, enquanto observava os cocheiros atrelarem os quatro monstruosos cavalos alados, cujas asas moviam-se inquietas como grandes línguas de fogo.
— Não podemos esperar mais! — disse uma das Horas, exasperada.
No mesmo instante, os criados afastaram-se, enquanto o deus insistia com o filho:
— Não esqueça, Faetonte, jamais largue as rédeas ou as deixe afrouxar!
Os gigantescos portões do dia foram abertos. Uma intensa luz rósea iluminava o caminho que Faetonte deveria seguir. Os cavalos, mastigando os freios, pareciam clamar por liberdade nos seus movimentos, estranhando aquela mão vacilante que ora encurtava, ora afrouxava as rédeas. Por fim, uma grande chicotada no lombo dos quatro cavalos, e o carro partiu, finalmente, com um estrondo que abalou as estruturas do palácio do Sol.
O primeiro terço da jornada era aquele que exigia mais esforço dos animais, pois era uma subida íngreme; nesse trecho os cavalos deveriam erguer o carro até o ponto mais alto e ali procurar mantê-lo firme, sem se aproximar demais da Terra nem do Céu — a fim de não incendiar a morada dos homens ou a morada dos deuses —, para depois fazê-lo despencar-se nos abismos, na última quadra do dia.
Faetonte, percebendo que os cavalos tinham força bastante nas pernas, de início não teve muito trabalho para controlar o carro. O ar matinal ainda estava fresco e o orvalho caído durante a noite passava por sua pele e voltava à atmosfera como uma brisa úmida e refrescante. No entanto, antes de aderir às suas roupas, o orvalho já secava, devido ao calor tremendo produzido pelo carro.
Por alguns instantes, Faetonte sentiu-se senhor do mundo. Terras, povos e nações desfilavam abaixo de seus pés, recebendo as benesses dos raios que seu carro emitia. Os cavalos, entretanto, pareciam decididamente indóceis com seu novo condutor. Relinchando e sacudindo as longas crinas flamejantes, faziam com que o celestial veículo sacolejasse perigosamente. Faetonte, que não estava acostumado com as bruscas inclinações, chegou a perder o equilíbrio numa das primeiras curvas, quase despencando do carro, agarrando-se à última hora num dos eixos.
— Eia! — gritava o inexperiente condutor.
Os joelhos de Faetonte começavam a bater um contra o outro, e um frio na boca do estômago produzia uma secura desagradável em sua boca. A coisa parecia ser mais difícil do que ele a princípio imaginara. Chegando ao topo, Faetonte perdia mais e mais o governo das rédeas. Os cavalos, sentindo-as progressivamente mais frouxas, desciam cada vez mais. Grandes nuvens, que deveriam ficar sempre abaixo das rodas do carro, agora se esfarelavam de encontro ao veículo, evaporando-se em frações de segundos.
— Esperem, não desçam demais! — disse Faetonte, impotente para conter a ânsia dos quatro cavalos.
Faetonte sentiu renovar-se o frio na boca do estômago quando o carro, num brusco movimento, mergulhou em direção à Terra, feito um meteoro. Colocando toda a força nos braços, o jovem conseguiu evitar que o carro se espatifasse no solo. O veículo desgovernado, no entanto, prosseguia em sua rota em direção ao final do dia, numa linha horizontal, passando rente à Terra.
Num relance, o jovem viu as cúpulas das torres e templos mais altos arderem, como se fossem tochas que o Sol viesse acendendo uma a uma, durante a sua passagem.
— Meu Deus, meu pai vai me matar! — esbravejava Faetonte, tentando fazer com que os cavalos erguessem o carro para o alto outra vez.
Ao passar pelas coberturas de neve das montanhas geladas, o calor do carro fazia com que elas se desprendessem, sob a forma de rios. O calor era tamanho que, antes mesmo de alcançarem o solo, estas geleiras derretidas eram sugadas para o céu sob a forma de um vapor colossal.
Declinando ainda mais em sua altura, o carro passava quase rente ao chão. Cidades inteiras ardiam diante dos olhos do assustado Faetonte: o simples bafo dos cavalos e o calor que o carro emitia eram o bastante para incendiar tudo. Florestas inteiras ardiam também à passagem da carruagem escaldante. Pessoas saíam para fora de suas casas ao perceber que havia um brilho e um calor extraordinários no ar, para em seguida morrerem queimadas. Suas peles derretiam como cera, deixando a nu as suas caveiras brancas, que em seguida se tornavam negras até desfazerem-se num pó escuro que o vento impetuoso da passagem do carro espalhava pelo ar.
Abandonando as cidades, o carro investia agora sobre os mares, levantando massas espantosas de vapor, que passavam pelo corpo de Faetonte como uma chuva invertida e escaldante. O mar secava inteiramente, deixando à mostra, nas profundezas finalmente reveladas ao olho humano, uma quantidade incalculável de peixes que se debatiam, agonizantes, até que uma faísca mais intensa incendiava-os todos, até não restar mais nada além das cinzas dos cardumes mortos.
A pele de Faetonte, a esta altura, já estava toda esfolada; seu rosto era uma máscara vermelha, e suas mãos cobertas de bolhas não podiam mais segurar as rédeas, que ardiam intoleravelmente em suas mãos. Poseidon, ao perceber a devastação que ocorria nos oceanos — seu domínio —, resolveu subir até o Olimpo para pedir socorro a Zeus.
— Meu irmão, que calamidade é esta que assola a Terra e os mares? — disse o deus dos mares, tomado pela aflição. — Faça algo ou a Terra inteira perecerá!
Febo foi chamado às pressas para saber o que estava acontecendo.
— O que está fazendo aí, em vez de estar comandando o seu carro? — perguntou-lhe Zeus.
Em breves palavras vexadas, o deus do Sol explicou que sua fraqueza fora a causadora de toda a catástrofe.
Não há mais tempo a perder, derrube-o de lá, de qualquer jeito! -esbravejou Poseidon, ao perceber que o carro incendiário aproximava-se perigosamente de um menino que brincava sozinho no campo. — Impeça, ao menos, mais esta tragédia!
Zeus sacou de um de seus terríveis raios e lançou-o sem pestanejar na direção do condutor do carro. Faetonte, que também percebera o menino, tentava conter as rédeas num último esforço, inclinando para trás o seu torso, rubro das queimaduras. Seu próprio corpo ardia, prestes a incendiar-se numa tocha humana. O jovem não teve tempo para ver que o raio despedido por Zeus rumava certeiro em sua direção. Numa fração de segundos o raio explodiu no local exato onde ele estava, atirando-o para fora do carro. Os cavalos, assustados, ergueram as cabeças, lançando seus corpos de fogo para o alto, impedindo que o garotinho morresse queimado. Diante dos olhos do pequeno garoto, o corpo de Faetonte passou como um cintilante meteoro, indo mergulhar ao longe, no rio Erídano. Já sem vida, foi recolhido pelas ninfas, que erigiram no local um túmulo, em homenagem à sua audácia.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Estilo Nerd tendência???? Conheça o estilo Geek.

Oiii girls hoje to aqui para falar de uma tendência que eu acho um charme e é inspirada no estilo dos nerds de se vestir é o estilo Geek,eles usam o college retrô certinho,temas games e tecnologia, acho muito fofo e divertido.

Eu amo nerds sou casada com um lindo,ele é programador em jogos digitais tem jeito de ser menos nerd???? rsrs

E eu também sou do meu jeito adooooro jogos digitais,comprei um xbox pro maridão e pra mim esses dias,e gosto de saber das coisas,vocês já perceberam ne rsrs

Gosto de mesclar umas peças com meus estilo que fica bem legal.
Veja algumas opções de looks:
( Charmoso...)

( Usava esse tranquilamente,achei um charme...)

(Esse também usaria,muito lindo...)



Estampas games,minha preferidas!!!

(Essa é a cara do marido...)

( To doida com uma dessa...)
(Não sou só eu que gosta de Star Wars...)

(Alguém ta vendendo??? rsrs)



Dica do look: Abuse de óculos de grau,estampa argyle (losangos) e games!!!!
E ai meninas o que acham dessa tendência????
Bjins